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Contrabando
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CONTRABANDO (2016)

de Paulo Vinhais Moreira

Duração: 45’ [DOC]
16 de Agosto | 21:00h | Em exibição: Edifício Alfândega Galegos
18 de Agosto | 10:30h | Em exibição: Sala Arenense, Sto António das Areias

Estreia Nacional com a presença do Realizador

Esta história podia ser contada em Português, Espanhol ou “Portunhol” em qualquer parte da linha de fronteira de norte a sul do país. Muitos episódios continuam por contar e outros nem o vento os ouviu nem ouvirá. Ficam os testemunhos de vidas duras perdidas entre bredas e atalhos.De uma forma de vida e de jogo. O jogo do gato e do rato.

TREBLINKA (2016)

de Sérgio Tréfaut

Duração: 80’ [DOC] 16 de Agosto | 21:00h | Em exibição: Train Spot Beirã

Melhor Longa Metragem Portuguesa INDIE Lisboa 2016

Filme-viagem inspirado nas memórias do extermínio nazi durante a Segunda Guerra Mundial. Os comboios europeus foram sistematicamente utilizados para transportar milhões de judeus para os campos da morte. Os comboios também são uma metáfora da vida como destino imutável. Mas, através das janelas de um comboio, os sobreviventes podem reencontrar-se com os fantasmas do seu passado.

Treblinka
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BALADA DE UM BATRÁQUIO (2016)

de Leonor Teles

Duração: 11’ [DOC] 20 Agosto | 16:30h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

Com a presença da realizadora.
Urso de Ouro – Curtas metragens Festival de Cinema de Berlim 2016

Tal como os ciganos, os sapos de loiça não passam despercebidos a um olhar mais atento. Balada de um Batráquio surge assim num contexto ambíguo. Um filme que intervém no espaço real do quotidiano português como forma de fabular sobre um comportamento xenófobo.

BOTÃO DE NÁCAR (2015)

de Patricio Guzmán

Duração: 82’ [DOC] 16 de Agosto | 21:00h | Em exibição: Portagem

Festival de Berlim – Urso de Prata Melhor Argumento

O oceano contém toda a história da Humanidade, as vozes da terra e as que vêm do espaço. A água é também a maior fronteira do Chile e guarda o segredo de dois botões que foram encontrados nas suas profundezas. Com 2670 milhas de costa, o Chile é o maior arquipélago do mundo e tem paisagens espectaculares: vulcões, montanhas e glaciares. Também aí se ouvem as vozes dos primeiros indígenas da Patagónias, os primeiros colonos ingleses e as dos prisioneiros políticos. Alguns dizem que a água tem memória.
Este filme mostra que também tem voz.

BOXING FOR FREEDOM (2015)

de Silvia Venegas y J.A. Moreno

Duração: 74’ [DOC] 16 de Agosto | 21:00h |Em exibição: Castelo Fortaleza, Valencia de Alcântara

Com a presença dos realizadores.

Sadaf Rahimi é a melhor boxeadora do Afeganistão, mas tem de confrontar-se com as tradições do seu país, ao medo e ao seu próprio destino, de modo a ser uma mulher livre. Ela e a sua irmã unem-se à equipa de boxe feminino do Afeganistão, recentemente criada, quando têm 13 anos e regressam ao seu país depois de viverem refugiadas no Irão. Os seus êxitos no desporto e nos estudos convertem-na numa referência para muitas jovens afegãs, mas o seu caminho não está isento de ameaças e dificuldades.

MUROS (2015)

de Pablo Iraburu y Migueltxo Molina

Duração: 80’ [DOC] 18 de Agosto | 21:00h | Em exibição: La Fontañera (Fronteira Portugal-Espanha)

Aquando da queda do Muro de Berlim, arquivámos a ideia dos muros de separação como coisa do passado. A realidade é hoje exactamente a contrária. Nunca como agora se construíram tantos muros. São milhares de quilómetros de valas, cercas, aramados e muralhas nos mais afastados e distintos lugares do planeta. Este filme narra histórias reais de pessoas que vivem de ambos lados de muros muitos diferentes.
São relatos próximos e intensos que nos mostram que, dos dois lados, se compartem as mesmas esperanças, medos, pensamentos e emoções, o mesmo desejo de sobreviver.

Muros
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ÁGUA PRATEADA – UM AUTO-RETRATO DA SÍRIA (2014)

de Wiam Bedirxan, Ossama Mohammed

Duração: 93’ [DOC] | 16:00h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

Festival de Cannes – Selecção Oficial
Festival de Londres – Prémio Melhor Documentário
Lisbon & Estoril Film Festival – Competição

O cineasta sírio Ossama Mohammed vive exilado em Paris desde 2011. Apesar da distância física que o separa do seu país, não consegue evitar a culpa de quem, apenas porque decidiu partir, está a salvo. É contactado por Wiam Simav Bedirxan, uma jovem professora curda que lhe faz uma pergunta fundamental: “Se a sua câmara estivesse aqui, em Homs, o que estaria a filmar?”. É deste modo que nasce a ideia de criar um documentário com imagens e vídeos em vários suportes, captadas por ela e por várias outras pessoas sobre horrores da guerra civil, o sofrimento e as crueldades perpetradas.

MÃE CARMELIN (2009)

de Isaac Cedillo

Duração: 28’ [DOC] | 21:30h | Em exibição: Lagar de Azeite, Galegos

Estreia Nacional com a presença do Realizador

António e Carmellin são um casal que vive há mais de quarenta anos em Galegos, uma pequena aldeia portuguesa junto a Espanha. Ele português, ela espanhola. Juntos protagonizaram uma renovação do comércio local numa época em que Galegos disfrutou de uma significativa afluência de turistas e clientes em busca de produtos artesanais portugueses. Seguindo a sua história de vida, somos transportados até aos dias de hoje a uma aldeia quase abandonada, mas onde sobrevive a história de amor que os uniu.

MALPARTIDA FLUXUS VILLAGE (2015)

de Maria Pérez

Duração: 73’ [DOC] | 16:00h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

Estreia Nacional, com a presença da Realizadora.

O artista alemão Wolf Vostell mudou-se com a sua família para a pequena localidade de Malpartida de Cáceres, em meados dos anos 70. Ali, rodeado de uma natureza primitiva, fundou um museu de arte contemporâneo com a colaboração dos habitantes locais, convertendo Malpartida no primeiro povoado Fluxus. Numa homenagem a Vostell, no ano em que cumpriria os seus 80 anos, os artistas do grupo Fluxus retornam a Malpartida, após uma ausência de muitos anos…

KAFANAS (¡BASTA YA!) (2015)

de Silvia Venegas e J.A. Moreno

Duração: 54’ [DOC] | 18:00h | Em exibição: Casa da Cultura de Valência de Alcântara

Repetição 19 Agosto |17:30h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

Kafana (¡Basta ya!) é o sentimento comum aos refugiados saarauis que pretendem, acima de tudo, regressar a suas casas. Após mais de 40 anos de exílio forçado no deserto argelino, estes refugiados foram capazes de manter a sua identidade e erguer um Estado ao qual falta apenas recuperar o seu território, o Saara Ocidental. São um exemplo único de uma população de refugiados que funciona em autogestão, tendo criado nos acampamentos onde vivem um Estado que tem como pilares a sanidade e a educação universal. A situação é, no entanto, cada dia mais insustentável. O tempo corre contra eles, e por essa razão desejam regressar aos seus lares de origem.

Kafana
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Souvenirs d un futur radieux
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SOUVENIRS D’UN FUTUR RADIEUX (2016)

de José Vieira

Duração: 61’ [DOC] | 16:00h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

História cruzada de dois “bidonvilles” que foram construídos, com quarenta anos de intervalo, sobre os mesmos terrenos, nas margens da cidade. Em Massy, nos subúrbios do sul de Paris, vivemos num “bidonville” durante um tempo de crescimento económico, de pleno emprego e perante um futuro promissor. Eram os anos 60. Eles vivem em bairros da lata, num clima de crise declarada, desemprego e exclusão. Estamos no início dos anos 2000.” (José Vieira)

GOOD NIGHT SARAJEVO (2014)

de Edu Marín e Olivier Algora

Duração: 62’ [DOC] | 17:30h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

Com a presença dos realizadores. Conversa e Debate.

Good Night Sarajevo é a história de uma voz. A voz do jornalista Bósnio Boban Minic e da Rádio Sarajevo durante o assédio à cidade, nos dias da Guerra da Bósnia.
Uma voz que, em cada noite, procura fazer esquecer os seus ouvintes da barbárie. Boban Minic decidiu permanecer em Sarajevo para defender a sua cidade e converter-se num soldado sem arma. A sua única arma era a palavra Hoje em dia, exilado em Espanha e guiado por uma nova missão, Minic regressa a Sarajevo.

Good Night Sarajevo
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A jaula de ouro
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A JAULA DE OURO (2013)

de Diego Quemada-Díez

Duração: 108’ [Ficção] | 21:00h | Em exibição: Largo do Calvário, Marvão

Prémio “Un Certain Regard” Festival de Cannes 2013

Três adolescentes das favelas da Guatemala viajam para os EUA à procura de uma vida melhor. No seu trajecto através do México encontram Chauk, um índio de Chiapas, que não fala espanhol. Viajando juntos em comboios de carga e andando sobre os carris, têm de enfrentar uma dura realidade.

O MENINO E O MUNDO (2013)

de Alê Abreu

Duração: 80’ [Animação] | 12:00h | Em exibição: Casa da Cultura Valência de Alcântara

Um rapaz que sofre pela falta de um pai abandona a sua aldeia e descobre um mundo fantástico, dominado por animais-máquina e seres estranhos. Filme de animação, realizado com recurso a técnicas diversas, que aborda os problemas do mundo moderno visto através dos olhos de uma criança.

EL PAÍS DEL MIEDO (2015)

de Paco Espada

Duração: 102’ [Drama] | 16:00h | Em exibição: Centro Cultural de Marvão

Estreia em Portugal com a presença do Realizador.

Carlos, um homem pacífico, vê alterada a sua existência quando Marta, uma menina de 13 anos, se cruza com o seu filho Paulo e começa a extorsionar, primeiro o rapaz e depois o seu pai. Incapaz de se defender, vê-se envolvido numa série de situações angustiantes que o levam a uma resposta desproporcionada.
“O País do Medo” indaga sobre a origem dos nossos temores e as estratégias de dominação que se estabelecem a partir deles, obrigando nalguns casos a aceitar formas abusivas de proteccionismo.

SELEÇÃO CURTAS

18:30h | Em exibição: Casa da Cultura Valencia de Alcântara

AMIGAS ÍNTIMAS (2014). De Irene Cardona. 10’ [Comédia] Quando Carmen regressa a casa após uma viagem de negócios, encontra a amiga Lúcia meio despida na sua cama de casal. Este é o ponto de partida de um duelo.

CEFALEA (2014). De María Sánchez Testón. 15’ [Comédia] Leo y Marcelino são dois idosos que tentam continuar a viver na sua povoação de maneira autónoma, mas sabem que o mais pequeno problema doméstico bastará para convencer os seus filhos a interná-los num lar para a terceira idade.

GENTI DI MUERTI (2014). De Rubén G. Barbosa. 23’ [Drama/fantástico] Javier e o seu pai David antecipam o regresso à aldeia antes da chegada do Verão. A avó está muito doente. Javier é uma criança muito especial, de tal forma que o trato que mantém com a própria família é distante e frio.

HERENCIA (2014). De Daniel Holguín. 17’ [Drama] Quatro irmãos reúnem-se na velha mansão familiar para jantar. É uma ocasião especial pois assinalam a morte da sua mãe, com 111 anos, e tem lugar a partilha da herança.

LOS CÁRPATOS (2014). De Daniel Remón. 12’ [Drama] Carolina e a sua irmã mais velha chegam a casa depois de uns copos a mais na despedida de solteira da mais nova. Susana, uma dona de casa quarentona, casada e com dois filhos, tem algo para contar.

PATA NEGRA (2014). De Alberto Martín Menacho. 19’ [Drama] Três gerações, a vida de antigamente e as marcas que perduram no presente. A memória revisitada de um povoado da Extremadura e da sua gente, na Espanha profunda.

YOU WILL FALL AGAIN (2014). De Álex Pachón. 6’ [Experimental] A porta está fechada. Há um molho de chaves caído no chão. Alguém dorme numa cadeira de rodas e, no tecto, uma fenda alastra. Um obscuro e desconcertante diálogo coreográfico entre uma fenda e os movimentos de um corpo.

“O Abraço”, de Iñaki Sánchez Arrieta 
2015 / COR / 9’59’’
Era uma tarde mais, pelo menos na aparência. Mas não foi esse o caso. Raúl, que tenta mediar pelo telefone uma discussão entre os seus irmãos, podia imaginar-se a ser vigiado, enquanto faz compras no supermercado do bairro.

“Fortunato – D’Aqui Até São Torcato”, de João Rodrigues
2014 / COLOR / 22’ / PORTUGAL
O mundo pacato de Fortunato é abalado ao receber uma carta que o informa que o banco vai tomar posse da sua propriedade. Fortunato parte numa aventura épica para encontrar o mestre que lhe solucionará todos os seus problemas. Neste road-movie minhoto o nosso herói encontra não só a sua cultura, como a fortuna e finalmente a solução de todos os seus problemas.

“Fuligem”, de David Doutel / Vasco Sá
2014 / COR / 14’ / PORTUGAL
É como fuligem que se deposita nas paredes da nossa cabeça. Não a vemos. Já faz parte. Vencedor do prémio de Melhor Realização e prémio de de Curtas de Vila do Conde

Fuligem / Soot
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