ALENTEJO, ALENTEJO”

por SÉRGIO TRÉFAUT

SINOPSE

Alentejo, Sul de Portugal. Dezenas de grupos amadores reúnem-se regularmente para ensaiar antigos cantos polifónicos e para improvisar modas sobre o tempo presente. Isto é o «cante».

Nascido nas tabernas e nos campos, entre camponeses e mineiros, o cante transmitiu-se ao longo de várias gerações. Nas últimas décadas, com a diáspora alentejana, novos grupos apareceram na periferia de Lisboa e em diversos países de emigração – provando que o cante é um traço identitário dos alentejanos onde quer que estejam.

Este filme é uma viagem musical ao Portugal contemporâneo, a um modo de expressão único e à paixão dos seus intérpretes.

IndieLisboa 2014:

Prémio Allianz – Digimaster / Melhor Longa Metragem Portuguesa

Prémio Tap /Melhor Documentário Português

por PABLO LARRAIN

SINOPSE

Em 1988, devido à pressão internacional, o ditador militar chileno Augusto Pinochet foi forçado a convocar um referendo sobre a sua presidência. O país votaria SIM ou NÃO sobre se Pinochet deveria ou não governar por mais oito anos.

Os líderes da oposição, juntos pelo não, persuadiram um jovem e impertinente publicitário, René Saavedra, a liderar a sua campanha. Contra todas as expectativas, com escassos recursos e sob o escrutínio dos esbirros do déspota, Saavedra e a sua equipa criaram um plano audacioso para ganhar a eleição e libertar o Chile.

FESTIVAIS:
Festival de Cannes – Selecção Oficial / Festival de Locarno – Selecção Oficial / Festival de Nova Iorque – Selecção Oficial

PRÉMIOS:
Festival de Cannes – Prémio CICAE / Festival de São Paulo – Melhor Filme Estrangeiro / Óscar – Nomeação para Melhor Filme Estrangeiro 

 

“NO”

“CÓRTAZAR”

por TRISTAN BÁUER

Por ocasião do centenário do seu nascimento, a Embaixada da Argentina em Portugal,  em conjunto com o  Festival PERIFERIAS, prestam homenagem ao escritor Julio Cortázar. O acto consiste na projeção do documentário Cortázar, do cineasta Tristán Bauer e por um encontro com o escritor Júlio Henriques, que foi aluno de Cortazar em Paris e, nesta ocasião, falará sobre a vida e obra do Escritor.

“LA TETA
ASUSTADA”

por CLAUDIA LLOSA

SINOPSE

Fausta sofre de uma doença que se transmite através do leite materno de mulheres que foram violadas durante a guerra civil no Peru. A guerra acabou, mas Fausta continua doente, uma doença provocada pelo medo que lhe rouba a alma. Mas agora, a morte súbita da mãe, obriga-a a confrontar-se com os seus medos e os seus segredos: os truques que utiliza para se proteger de uma possível violação. Esta é a história do seu renascimento, uma viagem do medo para a liberdade. Com Magaly Solier, Susi Sánchez, Efraín Solis, Marino Ballón

Festival de Berlim – Urso de Ouro


JORGE MURTEIRA (Retrospectiva)

 “A IDEIA NUNCA ABALA”

Seleccionado para o “Heritage In Motion Awards”, 2014, Holanda

SINOPSE

Joaquim continua a levar comida à Falida e aos outros cães da corticeira Robinson, agora a viver na nova fábrica que continua por abrir. Com quase dois séculos de existência, a Robinson encerrou em 2009. O documentário parte da última fase de laboração da fábrica. Apesar dos meses acumulados de salários em atraso, os operários mantêm-se em actividade para tentar assegurar a sua continuidade. Sem o conseguirem. Acompanhando o trajecto de alguns deles após o encerramento, o documentário revela-nos, depois, a memória e o quotidiano dos que permanecem no desemprego sem saber o que lhes reserva o dia de amanhã. Este documentário realizado em Portalegre, não se esgota nesta cidade, região ou em Portugal. Revela-nos o impacto do fim de uma Era Industrial. De uma sociedade que descarta as pessoas quando já não lhes reconhece qualquer utilidade.


“A CASA DO BARQUEIRO”

Paulino faz da barraca sobre o rio a sua casa improvisada. Ali guarda de tudo um pouco, cozinha, faz a barba e prepara o bigode, recolhe quando há  chuva, ou frio ou o vento apertam.

Pede e resmunga uma nova casa em condições. Entre as margens do Tejo é ele quem assegura a ligação. O filme acompanha o último barqueiro da Amieira do Tejo durante quatro estações. No Inverno e no Outono, perto da fogueira sobre o vale do rio, num compasso de espera alterado pela passagem dos comboios que raramente trazem fregueses. Na Primavera e no Verão, na mesa de sulipas, solitário, na partilha de um copo ou petisco com quem por ali se cruze. Até que um passageiro desça do comboio ou se apresente na margem para o apanhar. Agora já não há barqueiro e a nova casa continua por estrear. Não há mais barcagens para ninguém.

PRÉMIO SONY para melhor primeira obra portuguesa 2007

JOSÉ MIGUEL RIBEIRO (RETROSPECTIVA)


“VIAGEM A CABO VERDE” 

História de uma viagem de 60 dias a andar em Cabo Verde. Sem telemóvel ou relógio, sem programar antecipadamente e com o essencial às costas, o viajante descobre as montanhas, povoações, o mar, uma tartaruga, a música, as cabras, a bruma seca, os cabo-verdianos e acima de tudo uma parte essencial de si mesmo.

Portugal, 2010, ANI, HD, Cor, 17′

Idioma Original: Português
Legendas: Inglês

Produtor Sardinha em Lata, Lda

PASSEIO
DE DOMINGO

São capazes de guardar um segredo?… Este domingo vai ser diferente. Nem pomos os pés dentro do carro. A mãe e o pai não vão discutir e nós vamos brincar num jardim de couves gigantes. Portugal·Belgium·France·Netherlands, 2009, ANI, 35mm, Cor, 20′

Produtor:
Luís da Matta Almeida, Zeppelin Filmes, Lda

A SUSPEITA

Um compartimento de comboio, quatro pessoas, um revisor, um canivete de Barcelos e um potencial assassino. Chegarão todos ao fim da viagem?

Portugal, 1999, ANI, 35mm, Cor, 25′

Idioma Original: Português
Legendas: Espanhol

Produtor:
Luís da Matta Almeida, Zeppelin Filmes, Lda

“O PÃO QUE O DIABO AMASSOU”


por JOSÉ VIEIRA

SINOPSE

É um mundo quase suspenso no alto da montanha. Em Adsamo, os cantos da terra ainda não foram esquecidos mas já não são ouvidos. O filme acompanha alguns habitantes ao longo das estações. As memórias soltam-se com o tempo. Crónicas da vida rural, dos combates travados no passado, mas também da resistência contra uma sociedade onde às vezes o consumo parece mais importante que a liberdade individual.

O PÃO

por LUÍS VINTÉM

Este vídeo é um pequeno exercício de cinema documental. Ao longo de quarenta minutos acompanhamos Manuel Maneira na tarefa de fazer o pão. O trabalho começou por ter uma intenção puramente didáctica, de registo de uma prática ancestral, executada aqui de forma artesanal. Na tentativa de registar não só a sucessão de tarefas mas também o tempo, a duração, o filme acaba por se aproximar de um retrato, ainda que muito parcial, da vida de um homem em harmonia com o universo.

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