Sérgio Tréfaut

Sérgio Tréfaut


Sérgio Tréfaut
 Nasceu no Brasil, em 1965. Formou-se em filosofia na Sorbonne (Paris I) e começou a sua vida profissional em Lisboa, nos anos 90, como jornalista e assistente de realização. Desde há 20 anos é produtor e realizador.

Os seus documentários foram exibidos em mais de 40 países e receberam diversos prémios nacionais e internacionais. Destacam-se  (1999),  (2002),  (2005 –três meses em cartaz) e (2009).

Sérgio Tréfaut dirigiu o Festival Doclisboa, entre 2004 e 2010 foi Presidente da Apordoc – associação Portuguesa de Documentário.

A sua primeira longa metragem de ficção, “Viagem a Portugal” (2011), com Maria de Medeiros e Isabel Ruth, recebeu Prémios internacionais e vários prémios em Portugal.

Pablo Larrain

Pablo Larrain


Pablo Larrain 
estudou comunicação audiovisual na Universidade de Artes, Ciências e Comunicação (UNIACC).

É sócio fundador da “Fábula”, uma empresa dedicada à produção de cinema e anúncios comerciais, tendo participado em variados projectos da mesma.

A sua primeira longa-metragem, “Fuga”, estreou-se comercialmente no Chile, em Março de 2006, e foi alvo de reconhecimento internacional ao obter vários prémios em festivais, com destaque para Cartagena, Málaga e de Cinema Latino Americano de Trieste. Os seus filmes seguintes – “Tony Manero” e “Post Mortem” – consolidaram o seu êxito.

Em 2011 estreou-se como director de uma serie televisiva, “Prófugos”

A sua quarta Longa Metragem é “NO”, uma película em que o mexicano Gael Garcá Bernal interepreta um publicista que desenvolve uma campanha a favor do “Não”, no plebiscito de 1988, para impedir a continuidade de Augusto Pinochet.

Claudia Llosa

Claudia Llosa


Claudia Llosa 
(Lima, 15 de Novembro de 1976) é uma cineasta peruana. É sobrinha do escritor Mario Vargas Llosa.

Tristán Bauer

Tristán Bauer


Tristán Bauer 
(n. 1959) é um realizador de cinema nascido na Argentina. Entre as películas que filmou, destaque para a multipremiada “Iluminados por el fuego (2005)”. Até 2008, contava no seu palmarés com 21 prémios recebidos. Dos sete filme realizados até esse ano, dois (“Después de la tormenta” e “Cortázar”) foram distinguidos com o prémio “Cóndor de Plata”, para o melhor filme do ano de cinema argentino. “Iluminados por el fuego” recebeu o “Goya de Oro”. Em 2001, obteve o prémio “Konex” – um Diploma de Mérito pela sua trajectória enquanto documentarista na última década do séc. XX (1991-2000).

Actualmente, Tristán Bauer, que desempenhou as funções de director do canal educativo “Encuentro”,  do Ministério de Educação do seu país, passou a presidir à Rádio e Televisião Argentina S.E., que agrupa os serviços de rádio e televisão pertencentes ao Estado Argentino (Canal 7, Canal Encuentro e Radio Nacional).

Jorge Murteira

Jorge Murteira


Jorge Murteira 
nasceu em 1966 em Lisboa, onde reside. Residiu em Cabo Verde em 1986 onde concluiu o Liceu. Viveu mais tarde em Luanda, Angola e Marvão, no Alto Alentejo. Em 1992 licenciou-se em Antropologia Social e terminou dois anos mais tarde uma Pós Graduação em Estudos Africanos. Começou o seu percurso no audiovisual em 1987 como Assistente de Realização do Documentário “Cabo Verde”. Em 1991 participa no projecto “Itinerários do Oriente” e integra uma equipa de Antropólogos que procede ao reconhecimento de um percurso de Jesuítas portugueses no Oriente, tendo sido câmara de um vídeo rodado no Tibete, Índia, Nepal e Bangladesh. Realiza o seu primeiro documentário em 2002. “Rebelados no Fim dos Tempos” foi filmado em Cabo Verde sendo uma coprodução entre a empresa Maggoo e a RTP. Emitido na RTP 2, África, Internacional e Televisão de Cabo Verde. Em 2007 filma, edita e realiza o documentário «A Casa do Barqueiro». Filmado no Alto Alentejo, em Portugal, este trabalho foi reconhecido como a Melhor Primeira Obra Documental e Melhor Documentário no Prémio Escolas do Instituto Português da Juventude no Festival de Cinema Documental Doc Lisboa 2007. Foi ainda seleccionado para o Festival de Cinema Etnográfico de Gottingen, Alemanha, Viscult (Finlândia), Montpellier (França) e Cronograf (Moldávia). Em 2012 filma, edita e realiza dois documentários em Portugal: «A Ideia nunca abala», no Alto Alentejo e «Técnicas Ancestrais, Soluções Actuais», no Algarve.

José Miguel Ribeiro

José Miguel Ribeiro


José Miguel Ribeiro 
nasceu em 1966 na Amadora. Licenciou-se em Artes Plásticas – Pintura na “Escola Superior de Belas Artes” de Lisboa, estudou animação de desenho e volumes na Lazzenec-Bretagne / Rennes e na Filmógrafo / Porto em 1993/4. Durante vários anos leccionou animação de volumes no CITEN / FCG em Lisboa. Foi animador de “Os Salteadores” realizado por Abi Feijó (Menção Honrosa do Cartoon D’Or 1994) e de outros filmes portugueses de animação. Co-realizou “O Ovo”, com o qual ganhou vários prémios internacionais, realizou curtas animações para a “Rua Sésamo” e em 1996 foi premiado no Cinanima com a curta metragem “O Banquete da Rainha”. De 1997 ao ano 2000, com produção de Luís da Matta Almeida – Zeppelin Filmes, realizou “A Suspeita”, média metragem em animação de volumes, à qual foram atribuídos 26 prémios internacionais, destacando-se o Cartoon D’Or 2000, tendo sido exibido nos principais canais mundiais de televisão. Realizou dois spots institucionais “Almada sem carros” com 20” e 25”. Durante os anos de 2001 e 2002 realizou em plasticina a série infantil “As Coisas Lá de Casa”, premiada em vários festivais, nomeadamente, no Cinanima 2002 e no AniMadrid 2004. Em 2004, realizou uma curta metragem intitulada “Abraço do Vento”, integrada na manifestação ‘Movimentos Perpétuos’ de homenagem a Carlos Paredes.Em 2007 funda em conjunto com Nuno Beato e Eva Yébenes a produtora Sardinha em Lata. Após a estreia em Abril de 2009 de “O Passeio de Domingo” terminou recentemente a “Viagem a Cabo Verde”. Tem tido também uma actividade regular como ilustrador de vários livros. Atualmente Presidente  da Casa da Animaçao Montemor.

José Vieira

José Vieira


José Vieira
– realizador francês de origem portuguesa, é autor de uma trintena de filmes, na sua maioria documentários. A temática a que mais se tem dedicado é a emigração clandestina portuguesa dos anos 60 e 70, incluindo a emigração política, que aborda com uma finura crítica pouco comum. Mas os seus trabalhos dão também conta do êxodo de outras populações que se encontram hoje em situações idênticas, tais como os ciganos Rom ou os ciganos de França.

A sua obra, ainda pouco conhecida em Portugal, esteve recentemente em destaque no festival de cinema de Melgaço «Filmes do Homem» e alguns dos seus filmes têm sido apresentados no Doc Lisboa.

 

Luís Vintém

Luís Vintém


Luís Vintém 
nasceu em Angola em 1972, estudou ciências da comunicação na Universidade Nova de Lisboa e trabalhou como técnico de audiovisuais no Instituto Politécnico de Portalegre entre 1999 e 2006. Desde 2006 é professor de fotografia e linguagem audiovisual no mesmo estabelecimento de ensino.